é 2007 vai saindo, e o que eu posso dizer disso: até que enfim!
não, mas não posso ser displicente a ponto de esquecer todos os momentos maravilhosos que esse ano me proporcionou. tá, foi mais complicado do que fácil, mas é bom que o amadurecimento chega cada vez mais. tudo tem seu tempo, e 2008 é meu ano! Tudo que eu comecei em 2007, tudo que tá de pernas pro ar, em 2008 eu ajeito.
é o ano de por tudo no lugarzinho que eu quero, sem tanta dificuldade, afinal de contas 2007 veio rasgando, mas como eu já disse, o bom é que aprendi muito muito com isso tudo!
então é isso, amanhã 00:00 a gente faz aquele brinde e claro dá o primeiro trago, beija quem ama, abraça quem é amigo, chora por quem está longe e sente saudade de algumas coisas... mas ano novo também é amor, e de amor nunca pude me queixar.
dia 02 eu começo na agência que eu sempre quis trabalhar, tenho que ralar muito pra conquistar meu lugar... mas é isso aí!
2008 é a minha vez!
domingo, 30 de dezembro de 2007
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
a Ana!
Coração Vagabundo
(Caetano Veloso)
Ana Cañas
Meu coração não se cansa
De ter esperança
De um dia ser tudo o que quer
Meu coração de criança
Não é só a lembrança
De um vulto feliz de mulher
Que passou por meus sonhos
Sem dizer adeus
E fez dos olhos meus
Um chorar mais sem fim
Meu coração vagabundo
Quer guardar o mundo
Em mim
Meu coração vagabundo
Quer guardar o mundo
Em mim
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
De onde vem a inspiração
sai coisas que o tempo não muda
e que a gente não esquece
Viver torna-se uma busca dura
e não há mais balinhas no bolso do vovô
Hoje eu vivo por mim mesma
e se eu caio eu me levanto, me reanimo e até me conforto
Há quem diga que a vida é feita de escolhas
mas a vida é mesmo o que a gente busca
Neste momento não vou voltar atrás
e pedir o útero dela de volta
Eu quero é mundo
e até os 30 muitas histórias pra contar
Há quem queira vir comigo
mas caso eu vá sozinha
não importa, eu sei que eu ainda chegolá...
sai coisas que o tempo não muda
e que a gente não esquece
Viver torna-se uma busca dura
e não há mais balinhas no bolso do vovô
Hoje eu vivo por mim mesma
e se eu caio eu me levanto, me reanimo e até me conforto
Há quem diga que a vida é feita de escolhas
mas a vida é mesmo o que a gente busca
Neste momento não vou voltar atrás
e pedir o útero dela de volta
Eu quero é mundo
e até os 30 muitas histórias pra contar
Há quem queira vir comigo
mas caso eu vá sozinha
não importa, eu sei que eu ainda chegolá...
domingo, 9 de dezembro de 2007
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Esta manhã de chuva rasarevira sentimentos e
faz brincar os pensamentos adormecidos
Quanto relapso
tanta coisa passa desatenta, despercebida
A vontade não descansa nenhum dia do ano
aquele sentimento que dá forças
e sufoca ao mesmo tempo
e é tão rude que traz culpa e motivação também
Eu não me rendo nunca
nem com todos apelos e atropelos sofridos
Eu posso ser fraca, mas meu nome soa forte
preciso sair do papel, da cabeça
Ansiosa, mas realista mais ainda
eu sei ver do meu centro tudo ao redor de mim
e buscar com garra algo mais além
Tenho pouca idade e todo tempo do mundo
não sou super mulher, nem fui feita de porcelana
tenho o toque que preciso, a delicadeza sutíl
e a feminilidade à flor da pele
Não ouso dominar as palavras
mas elas me oferecem a melhor forma de expressão
e enquanto eu tiver voz, mesmo que fina e doce
gritarei aos milhares de cantos do mundo
TUDO que eu quiser...
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
ALERTA DA SAÚDE
Existe uma doença que a anos persegue o mundo.
Uma patologia cujos índices têm aumentado muito nos últimos tempos: a INVEJA.
Ninguém nuca se atreveu a procurar a cura, ou até mesmo saber a origem da mesma.
Ela é contagiosa (alguns acreditam), mas eu particularmente acredito que depende da susceptibilidade do indivíduo em contato. Ela, muitas vezes, causa danos desagradáveis à felicidade alheia.
Eu considero a maldita feia, e se torna vergonhosa quando exposta direta ou indiretamente aos outros. Mesmo não acreditando no poder da dona INVEJA, alerto: CUIDADO! A cada dia que passa, mais pessoas se contaminam, e é uma vergonha...
Ana.
Uma patologia cujos índices têm aumentado muito nos últimos tempos: a INVEJA.
Ninguém nuca se atreveu a procurar a cura, ou até mesmo saber a origem da mesma.
Ela é contagiosa (alguns acreditam), mas eu particularmente acredito que depende da susceptibilidade do indivíduo em contato. Ela, muitas vezes, causa danos desagradáveis à felicidade alheia.
Eu considero a maldita feia, e se torna vergonhosa quando exposta direta ou indiretamente aos outros. Mesmo não acreditando no poder da dona INVEJA, alerto: CUIDADO! A cada dia que passa, mais pessoas se contaminam, e é uma vergonha...
Ana.
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Universo ao meu redor
Marisa Monte, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown
Tarde, já de manhã cedinho
Quando a névoa toma conta da cidade
Quem pega no violão
Sou eu, sou eu
Pra cantar a novidade
Quantas lágrimas de orvalho na roseira
Todo mundo tem um canto de tristeza
Graças a Deus, um passarinho
Vem me acompanhar
Cantando bem baixinho
E eu já não me sinto só
Tão só, tão só
Com o universo ao meu redor
Dessa vez foi.
Aviso: A I Reunião dos Artistas está temporariamente com data indefinida,
devido alguns problemas na UFU.
Assim que obtivermos nova data eu coloco aqui!
Ana.
domingo, 14 de outubro de 2007
Sentir
domingo, 7 de outubro de 2007
Transtornos Marginais
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
O caminho do sol
óntem vimos a lua, lembra? era madrugada. a lua amanhecia de noite. o céu estava ao contrário... despertamos sem saber que ainda era sonho, quando do nosso quarto minguante, eu desejei às estrelas...
quando estamos juntos o mundo se cala.
na nossa terra bem-aventurada dos campos de amora...
no rio que nos banha o corpo mergulhamos indivisíveis...
na pergunta e na reposta somos a questão em que estão lúcidos sonhos nossos de cada dia...
nossos nomes escritos na árvore da vida, a caminho da descoberta através da noite...
silenciosamente adormecemos, minhas mão no teu rosto, teu pulso em meu peito...
a cantar e sorrir, beijos no caminho da chuva
quando estamos juntos o mundo se cala.
na nossa terra bem-aventurada dos campos de amora...
no rio que nos banha o corpo mergulhamos indivisíveis...
na pergunta e na reposta somos a questão em que estão lúcidos sonhos nossos de cada dia...
nossos nomes escritos na árvore da vida, a caminho da descoberta através da noite...
silenciosamente adormecemos, minhas mão no teu rosto, teu pulso em meu peito...
a cantar e sorrir, beijos no caminho da chuva
terça-feira, 2 de outubro de 2007
A carta que eu não entreguei
Sabe, eu nunca quis me afastar... eu só queria você como antes, seu amor por inteiro, dando a mão pra minha alma e acariciando meu coração. Não, esta não é uma carta de despedida, nem de reclamações da vida. Eu tô tentando contar da ferida que eu tentei curar até com água fria... Sim, pode ser mania achar ruim ter menos dias, mas não tem sentido se não contar cada dia que passa. Tem que crescer o calor. Tá bom que tá chegando a primavera, mas nem tudo são flores meu amor.
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Que chegue a Primavera
Vai chover de novo, deu na TV
Que o povo já se cansou de tanto o céu desabar
E pede a um santo daqui que reze ajuda de Deus
Mas nada pode fazer se a chuva quer é trazer você pra
mim
Vem cá que ta me dando uma vontade de chorar
Não faz assim, não vá pra lá
Meu coração vai se entregar à tempestade
Quem é você pra me chamar aqui se nada aconteceu?
Me diz, foi só amor ou medo de ficar sozinho outra
vez?
Cadê aquela outra mulher? Você me parecia tão bem!
A chuva já passou por aqui, eu mesma que cuidei de
secar
Quem foi que te ensinou a rezar?
Que santo vai brigar por você?
Que povo aprova o que você fez?
Devolve aquela minha TV que eu vou de vez
Não há porque chorar por um amor que já morreu
Deixa pra lá, eu vou, adeus
Meu coração já se cansou de falsidade
Que o povo já se cansou de tanto o céu desabar
E pede a um santo daqui que reze ajuda de Deus
Mas nada pode fazer se a chuva quer é trazer você pra
mim
Vem cá que ta me dando uma vontade de chorar
Não faz assim, não vá pra lá
Meu coração vai se entregar à tempestade
Quem é você pra me chamar aqui se nada aconteceu?
Me diz, foi só amor ou medo de ficar sozinho outra
vez?
Cadê aquela outra mulher? Você me parecia tão bem!
A chuva já passou por aqui, eu mesma que cuidei de
secar
Quem foi que te ensinou a rezar?
Que santo vai brigar por você?
Que povo aprova o que você fez?
Devolve aquela minha TV que eu vou de vez
Não há porque chorar por um amor que já morreu
Deixa pra lá, eu vou, adeus
Meu coração já se cansou de falsidade
Santa Chuva
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