sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Consciência

O álcool, a embriaguez.
A água que murcha a flor,
fornece a dor e mata o amor.

Um comentário:

Tiago Abreu disse...

realmente, essa visão da propensão dionisíaca foi profética, se levar em conta o que passou, e o que vivemos óntem à noite no back-stage... que belo exemplo de nada é a embriaguez inútil, sem sentido... mas nós, só nós, sabemos um caminho que passa perto da embriaguez dos sentidos, mas que os amplia e eleva, e nos reaproxima de nós mesmos, sem medos, nem fugas; mais conscientes e leves de fardos, e sóbrios de amor!